
O governo de Donald Trump tem intensificado a pressão a veículos de mídia na tentativa de controlar a narrativa do conflito que começou em 28 de fevereiro. A postura do presidente tem sido criticada por ferir princípios da Primeira Emenda.
As tensões entre Trump e a mídia têm aumentado a cada dia. Recentemente, enquanto voltava para Miami no Air Force One, o presidente dos EUA atacou uma repórter por questioná-lo sobre as baixas de soldados na guerra do Irã.
Após descobrir que a jornalista trabalhava para a ABC News, ele lançou uma série de ofensas ao veículo, chamando-o de “organização de notícias mais corrupta do planeta”.
Em uma publicação no Truth Social, ele chegou a afirmar que as reportagens têm exagerado nos relatos dos danos causados pelo Irã na Arábia Saudita.
Trump disse que os “veículos de mídia corruptos” foram enganados por relatos falsos gerados por inteligência artificial vindos do Irã, alegando que a imprensa “odeia noticiar” o desempenho exemplar das Forças Armadas dos EUA.
O presidente da Federal Communications Commission (FCC), Brendan Carr, citou a publicação e pediu para que os veículos tivessem mais cuidado na cobertura.
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“A lei é clara. As emissoras devem operar no interesse público, e perderão sua licença se não o fizerem”, Apesar da ameaça, o FCC não regula diretamente emissoras como a CBS, NBC e ABC, apenas pode rejeitar licenças de afiliadas.
O secretário de Defesa Pete Hegseth tem sido mais rígido com a CNN, se recusando a responder perguntas de repórteres da emissora e impedido fotógrafos de participar sem uma justificativa clara.
“Quanto antes David Ellison assumir aquela rede, melhor”, referindo-se ao chefe da Paramount Global (e aliado de Trump), cuja empresa era esperada para adquirir a CNN, que pertence à Warner, que está para ser vendida à Paramount Skydance.
Fonte e imagens: Wikimedia Commons. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
