
Em entrevista no Good Morning America com Michael Strahan na terça-feira (17), Tim Cook rebateu críticas sobre uma possível proximidade com Donald Trump. O CEO da Apple participou da posse do presidente em janeiro de 2025.
Tim Cook também esteve presente em um jantar na Casa Branca em setembro de 2025 e na exibição do documentário de Melania Trump no começo de 2026.
Quando questionado sobre sua relação com o governo Trump, o CEO da Apple afirmou que está interessado mais em “política pública” e não em “política partidária”.
“O que eu faço é interagir com política pública, não com política partidária. Não sou uma pessoa política de nenhum dos lados. Não sou político”, disse Tim Cook a Strahan.
“Então, fico meio que no centro. E foco em políticas públicas, então fico muito satisfeito que o presidente e a administração estejam acessíveis para conversar sobre isso”, continuou ele.
O diretor executivo afirmou que a Apple tem planos de investir US$ 600 bilhões nos EUA nos próximos quatro anos.
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“Na verdade, se você olhar para o seu iPhone hoje, a parte frontal e a traseira, todo esse vidro virá de Kentucky até o final deste ano”, informou Tim Cook.
Ele continuou afirmando que componentes do telefone da Apple seriam produzidos nos EUA, com 100 milhões de sistemas de chips vindo do Arizona e mais de 20 bilhões de semicondutores.
Donald Trump já havia criticado a Apple por não produzir iPhones nos EUA.
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