
Mark Hamill relembrou quando assistiu “Carrie“, filme de terror de 1976, estrelado por Sissy Spacek, e um funcionário do cinema o fez perder a melhor cena.
Em entrevista ao “Entertainment Weekly”, o ator de 73 anos contou que a experiência de assistir ao que ele chama de “um dos maiores sustos da história do cinema” foi arruinada por um rapaz que trabalhava iluminando e cuidando da sala de cinema e por quem ele guarda mágoa até hoje.
No final do clássico dirigido por Brian de Palma, Sue Snell, (Amy Irving), visita, durante um pesadelo, o local onde a casa da família White desabou. Ela coloca um pequeno buquê de flores no chão, mas o braço ensanguentado de Carrie (Sissy Spacek) atravessa os escombros e a agarra, dando um enorme susto no espectador.
“Momentos antes disso acontecer, um funcionário acendeu a lanterna e disse: ‘É proibido fumar no teatro’. Eu não estava fumando. Talvez alguém na fileira de baixo estivesse. Mas eu me virei para dizer: ‘Não vou fumar’, e ouvi o teatro inteiro gritar: ‘Ah!'”.
Quando ele virou para a tela, o braço de Carrie já estava à mostra. “Eu nunca vou perdoar essa pessoa, porque você não tem a chance de ser surpreendido assim pela segunda vez”, reclamou Hamill.
“Eu ainda amo o filme, mas, ah, estou com tanta raiva porque, como eu disse, esse é um dos meus sustos favoritos de todos os tempos e eu o perdi por causa de um funcionário hiperativo”.
Imagens: reprodução YouTube, Instagram @markhamill. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
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