
Um novo documentário revisitou a história real de Jordan Belfort, o corretor de ações que inspirou o filme The Wolf of Wall Street, de Martin Scorsese, e revelou quais momentos da produção de 2013 realmente aconteceram e quais foram exagerados ou criados para o cinema.
A série documental The Real Wolf of Wall Street reúne documentos do FBI, imagens de arquivo e depoimentos de ex-funcionários da corretora Stratton Oakmont.
Segundo a produção, o filme acertou ao retratar a cultura de vendas agressivas da empresa, incluindo os discursos motivacionais de Belfort e os roteiros usados pelos corretores para convencer clientes a comprar ações.
Algumas situações bizarras mostradas no longa, como o episódio em que um funcionário come um peixe dourado como punição, também teriam acontecido de fato.
Por outro lado, algumas das cenas mais famosas foram alteradas para aumentar o impacto dramático. O documentário aponta que o discurso de despedida de Belfort para os funcionários nunca aconteceu da forma mostrada no filme e que alguns eventos envolvendo festas, viagens e confrontos foram modificados ou tiveram a cronologia alterada.
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A produção também afirma que, em alguns aspectos, a realidade chegou a ser ainda mais extrema do que a versão de Hollywood. Ex-funcionários e investigadores relataram que o ambiente na Stratton Oakmont envolvia uma rotina constante de drogas, álcool e comportamentos abusivos, indo além do que foi representado nas telas.
Lançado em 2013 e estrelado por Leonardo DiCaprio no papel de Belfort, The Wolf of Wall Street acompanha a ascensão e queda do corretor, condenado por fraude de valores mobiliários e lavagem de dinheiro. O caso real continua sendo revisitado devido à mistura de riqueza, excessos e crimes financeiros que marcaram a trajetória da Stratton Oakmont.
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Fotos e vídeo: Creative Commons / YouTube @CBSNews. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
